Quando te vejo, te vejo inteiro.
E lembro de todos os toques, sorrisos... e o coração acalma.
Me sinto como deveria me sentir. Ou como os filmes falaram que era pra ser, como li nos livros, como contavam na TV.
É você, e vai pra sempre ser. Não importa o tempo, o dia, o motivo.
O sangue que corre aqui, só vai e volta por saber que sempre vai acabar em você.
A gente sabe quando não tem nada mais pra encontrar. É o beijo na testa de carinho e honestidade, o abraço de "vai ficar tudo bem", o olhar de quem sente uma segurança merecida, vencida, única. É a amizade que a gente conquista e sente orgulho.
E não interessa como vai ser, porque nós já somos.
Pro "sempre" não se tornar "nunca mais".
Pra gente ser eternamente nada menos que nós dois.
A vida me dá o drama e devolvo o cálculo. Nenhuma solução. Escuto, escrevo, falo, comento. Sinto. Até demais.
sábado, 9 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Augusta
Eu tentei organizar meus pensamentos de todas as formas, mas na minha coleção, o perdão acabou se tornando peça cara.
Ensaiei vários diálogos, fiz e refiz frases, mas acabei sempre no mesmo canto, olhando pro teto, tentando não deixar a visão embaçar.
Te busquei lá no fundo, mas nem sei se te conheço mais.
Segurei no osso do peito por tanto tempo, mas já me deixei levar.
Perdi pra dúvida.
Não existe repescagem na vida.
Ensaiei vários diálogos, fiz e refiz frases, mas acabei sempre no mesmo canto, olhando pro teto, tentando não deixar a visão embaçar.
Te busquei lá no fundo, mas nem sei se te conheço mais.
Segurei no osso do peito por tanto tempo, mas já me deixei levar.
Perdi pra dúvida.
Não existe repescagem na vida.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Information travels faster
Um rancor desconhecido toma conta de mim, enquanto meu sangue borbulha e meus olhos suam, fracos, cheios de ódio e saudade desnecessária.
E eu vou me envolvendo nesse sentimento que já se tornou típico, mas segue tão estranho como há um ano atrás.
Minha vontade de tirar qualquer resquício de lembrança da mente nunca cessou. E ainda paraliso a qualquer olhar.
Não por vontade. Não por querer voltar.
Mas por insegurança, ódio, vergonha e tudo mais que nunca vai me trazer quem eu era de volta.
Me derrotaram, tirando de mim uma estabilidade conquistada, suada, livre.
Sou agora um amontoado de pensamentos ruins e desníveis psicológicos que talvez passem despercebidos por aí, mas me assustam todas as noites.
Eu fechei as portas.
Tomei um rumo distante e em nenhum momento alguma parte de mim pensa em voltar. Por que sempre que tento, vejo o quanto é em vão.
Já acabou há muito tempo.
Mas tem certas cicatrizes que insistem em me assombrar.
Eu vou conseguir.
E eu vou me envolvendo nesse sentimento que já se tornou típico, mas segue tão estranho como há um ano atrás.
Minha vontade de tirar qualquer resquício de lembrança da mente nunca cessou. E ainda paraliso a qualquer olhar.
Não por vontade. Não por querer voltar.
Mas por insegurança, ódio, vergonha e tudo mais que nunca vai me trazer quem eu era de volta.
Me derrotaram, tirando de mim uma estabilidade conquistada, suada, livre.
Sou agora um amontoado de pensamentos ruins e desníveis psicológicos que talvez passem despercebidos por aí, mas me assustam todas as noites.
Eu fechei as portas.
Tomei um rumo distante e em nenhum momento alguma parte de mim pensa em voltar. Por que sempre que tento, vejo o quanto é em vão.
Já acabou há muito tempo.
Mas tem certas cicatrizes que insistem em me assombrar.
Eu vou conseguir.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Ontem, hoje, amanhã
Te dei a chave de casa.
Te dei a chave do meu coração.
Espalhei as pedrinhas brilhantes pra você decorar o caminho de casa, indiquei as estrelas pra você não esquecer.
Sonhei com nosso futuro.
O único que quero.
Se não for com você, que eu fique sozinha, então.
Não existe melhor companhia que aquele cheiro de roupa limpa e o sorriso que me fez realmente enxergar.
Te dei a chave do meu coração.
Espalhei as pedrinhas brilhantes pra você decorar o caminho de casa, indiquei as estrelas pra você não esquecer.
Sonhei com nosso futuro.
O único que quero.
Se não for com você, que eu fique sozinha, então.
Não existe melhor companhia que aquele cheiro de roupa limpa e o sorriso que me fez realmente enxergar.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Na realidade
"Me esquece um pouco".
Cuspia as palavras na minha cara, sem piedade, sem vontade de ver meus olhos abertos.
"Foge. Vai pra longe, onde eles não possam te ver", gritou, desesperado.
E eu fui, entrando mata a dentro, sem rumo, sem saber onde ia parar.
Cai de joelhos nas pedras. Os pés cheios de bolhas e o coração despedaçado.
Limpei as lágrimas, respirei fundo. E ninguém nunca mais me descobriu.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Saudade
Sentir saudade parece que virou uma prioridade.
E eu te observo de longe pra ver se passa.
Fico imaginando como seria se tivesse tudo bem.
Me perco um pouco.
Quando quero saber se você está feliz, olho pro mesmo céu que a gente divide. E com tanta estrela lá em cima, não tem como ficar mal.
Procuro sorrir, na expectativa de que elas te entreguem o que há tanto tento te dizer.
Procuro sorrir, na expectativa de que elas te entreguem o que há tanto tento te dizer.
E é assim, sem falar nada, que te falo tudo.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Esquizofrenia ao contrário
Imagina que estranho seria se nada tivesse sido do jeito que foi. Se a gente nem se conhecesse, não soubéssemos nossos nomes, não reconhecêssemos um problema pelo olhar ou pelo sorriso desconfortável.
Se não existisse essa sensação de coração tranquilo, mesmo com a vida correndo lá fora.
Eu tenho essa impressão constante de que as coisas acontecem numa linha calculada e clara, pra que tudo escoe desse jeito estranho que nós somos. E enquanto vivo perdida no meio de tanta gente que vive numa esquizofrenia ao contrário, só me encontro quando estou com você.
Imagina que estranho seria...!
Assinar:
Postagens (Atom)