A vida me dá o drama e devolvo o cálculo. Nenhuma solução. Escuto, escrevo, falo, comento. Sinto. Até demais.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Começo do nada.
Exatamente. E sei como ando trabalhando mais do que devia, sem finais de semana e sem tempo pra ter uma vida decente. Mas escrever é uma necessidade fisiológica, e há tempos ando adiando este blog.
Já usei esse espaço pra falar da fase traumática do Trabalho final de graduação (maldita monografia!), já desabafei e expus meu coração durante uma experiência traumática e que me levou um pedaço, já falei sobre pessoas que não merecem nem meu “bom dia”, enfim...
Hoje falo de qualquer coisa.
E quero poder falar do que eu quiser, como quiser, independente se alguém vai concordar.
Como eu digo: É difícil ser você mesmo sem parecer um idiota. Mesmo você sendo um.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Critiqueoquepuder
Meu maior defeito de “jornalista metida a crítica que nem sabe do que fala” é que eu, realmente não sei escrever resenhas sobre filmes.
Pode parecer inútil.
É inútil.
Mas esses dias tava tentando juntar comentários sobre um filme que assisti e me dei conta de que nunca conseguiria passar tais idéias pra um “papel” (página de Word, na verdade).
A primeira e única resenha crítica sobre um filme que fiz foi num trabalho pra cadeira de Redação Jornalística, na faculdade. Acho que falei sobre a Fantástica Fábrica de Chocolate...A versão do Tim Burton, claro (e claro não porque prefiro esta a antiga, e sim porque na época tava em “voga” – adoro essa expressão. Já comentei sobre isso?)
Não lembro o que disse, como disse, nem que nota tirei. Acho até que fui bem (como em toda aquela cadeira, por incrível que pareça), mas... Sabe quando você quer fazer uma coisa e descobre que existem vinte e cinco milhões de pessoas que são tão boas quanto você? E não que você desista, você simplesmente passa a procurar por alguma coisa em que VOCÊ é melhor.
Acredite, na vida tudo acontece com base nessa idéia.
Simples assim.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Nota "ao pé da página"
A nota de rodapé¹, por exemplo. Explica e justifica um termo utilizado no corpo do texto.
Ela é chata. Nos atrapalha. A julgamos inútil, deixamos pra última hora. É uma daquelas coisas que quando lembramos de fazer, colocamos a mão na testa e reclamamos até conseguirmos terminar.
É como se fosse uma coisa não bem vinda, que a gente faz meio na correria, “nas cocha”. Mas que no resultado se mostra de GRANDE importância pro trabalho final.
A nota de rodapé na vida justifica MUITO das nossas ações. Pode ser considerada inútil, mas se existe, é por alguma razão.
E em algumas vezes, se trata até mesmo de uma explicação sobre nós mesmos.
Sobre o que procuramos, o que somos, e porque às vezes cometemos os mesmos erros.
A nota de rodapé da vida, ao contrário daquela do nosso trabalho final de graduação, explica muito mais do que uma palavra perdida no meio de outras tantas. Mas é algo que também precisa de atenção e de muito cuidado. Afinal, aquilo que nos explica, é o que nos define.
Por isso que, depois da minha monografia, decidi dar mais atenção às notas de rodapé.
Elas dizem bem mais do que julgamos.
¹"Notas de rodapé" é uma canção inédita do novo álbum da TÓPAZ, ainda sem data pra lançamento.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
happiness is a warm gun
Vamos tentar falar de felicidade, então. Comentar sobre esse sorriso quase fixo.
...
Porque é tão difícil?
A partir do momento em que comecei guardar na gaveta o insuperável, perdi completamente a inspiração.
Isso já tinha acontecido antes, é só dar uma lida nos arquivos deste blog.
Talvez só a felicidade já baste. Entendem?
Se a gente começa a escrever, é pra “suprir” a falta de algo, pelo menos comigo é assim.
Escrevo e me sinto completa.
Agora não preciso mais.
Se bem que... to escrevendo aqui, não to?
segunda-feira, 13 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
By the time that we get through, the world will never ever be the same
Faz parte de todo este processo, atingirmos um patamar em que quase nada mais importa.
Sabe quando se faz coisas sem pensar em receber nada em troca? É quase isso.
Um dia você passa a gostar TANTO de alguém/alguma coisa, que já não interessa o que acontece daí pra frente. Só esse amor todo já te completa, te contenta, e conforma (não 100%, porque SEMPRE rola um DRAMA, mas enfim).
Ontem acordei assim.
Acordei sorrindo. Li e-mails antigos que me fizeram chorar, mas que me lembraram COMO eu já consegui ser 99,9% feliz, e que no fundo, só depende de mim mesmo ser deste jeito (já diria o Valentín).
Quando digo que é janeiro de novo, é porque coisas boas tão acontecendo. É porque tô feliz, é porque se melhorar, estraga. Janeiro me fez bem, foi como uma rajada de ar fresco num dia abafado, quase como aqueles que já presenciei tantas vezes em Santa Maria.
Quero mais que NUNCA conseguir manter esse nível, manter a constante e não me perder no meio do caminho, como fiz outras vezes.
A espera agora não é mais sentadinha naquele canto que você me deixou. É uma espera ativa, porque, de fato, o tempo cura tudo. E por mais que tenha demorado e que tenha sido um saco ficar sentada lá, eu levantei feliz da vida e otimista pelo o que SEI que está por vir.
Não vou deixar meu pessimismo me derrubar. Não agora.
Não tô chutando o balde, e nem to desistindo de tudo o que acredito. MUITO pelo contrário. Tô fazendo o que tu me ensinou a fazer, tô finalmente conseguindo pegar TUDO aquilo que aprendi e colocar em prática.
Não tem sensação melhor.